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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ACRÓSTICO


ACRÓSTICO
 
Incauta, a minha alma benfazeja  
Voou na tua luz cálida e serena  
Olhei-te e vi-te como que inteira  
Nos escritos que me vieram de tua pena  
Explícitos, como o canto que festeja...  

Ante o teu brilho, sol dourado,  
Louvei-te o canto com os meus olhos 
Viagem linda, empreendi, sonho acordado  
Encantado pelos faróis que iluminam  
Sua presença de brilho transmutado  

Saí, então, a cantarolar o teu nome  
Obstinado em não perder o teu riso,  
Lancei-me à busca de um megafone  

Daniel Amaral 04/09/2009
Publicado no Recanto das Letras em 03/09/2009 Código do texto: T1791203
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Thiago de Mello Publicado em 09/01/07

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LÁ VAI UM MENINO















Lá vai um menino

correndo atrás do vazio.

Lá vai um menino,

que de tão pequenino

entre os carros que passam,

se perde no tempo

de ser apenas menino...


Esse menino,

que sonha sozinho,

só pede um pouquinho

da luz que queria.

Ter a estrela pequenina,

quando a noite vai fria.


Pobre menino.

Invisível aos olhos

que vão sonolentos,...

Da tristeza ensaiada,

da vida roubada,

dos sonhos menino.


Esse menino

vai pelas calçadas,

com roupas rasgadas

e a alma em desatino.


Volta menino

a ser pequenino. Vive.

A vida te dará um sorriso

e, quando a noite chegar

e com tuas asas sonhar,

te alcançará o paraíso...

e jamais terás que vagar,

pois terás encontrado o caminho.


Daniel Amaral

04/12/2006


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